quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

TVs brasileiras deverão vir com ferramenta de interatividade a partir de 2012

TVs brasileiras deverão vir com ferramenta de interatividade a partir de 2012


Sabrina Craide

A partir do ano que vem, a maioria dos aparelhos de televisão fabricados na Zona Franca de Manaus deverá estar equipada com o Ginga, uma ferramenta que permite a interatividade na TV digital brasileira. O programa, que é um software livre nacional, permite que o telespectador consulte informações sobre a programação, faça compras e acesse dados bancários pela televisão.

A consulta pública sobre as mudanças no Processo Produtivo Básico (PPB), encerrada em outubro, prevê que pelo menos 75% dos televisores com tela de cristal líquido devem vir com o Ginga a partir de 2012. A partir de 2013, todos os aparelhos terão que trazer o software. As contribuições ainda estão sendo analisadas pela área técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e a publicação está prevista para o início do próximo ano.

Quem comprar os televisores com o Ginga poderá pagar até R$ 80 mais, segundo o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins. Mas ele acredita que o valor poderá ser absorvido pelas empresas. Até o fim do ano, o ministério deverá ter autorizado a transmissão do sinal digital para todas as 400 geradoras do país, que são responsáveis pela produção de conteúdo. A previsão é que até 2016 todos os canais com sinal analógico já tenham sido digitalizados.

De acordo com o secretário, foram implementadas recentemente mudanças para agilizar a autorização da digitalização de geradoras e retransmissoras, e a ideia é que até o final de 2012 cerca de 3 mil processos tenham sido analisados. Depois da autorização do ministério, os radiodifusores têm seis meses para colocar o canal em funcionamento. “Nós vamos ser eficientes, mas isso também vai exigir uma eficiência maior do radiodifusor”, destaca Lins.
A agilização dos processos deverá aumentar a procura das emissoras por novos equipamentos, o que poderá também facilitar as condições de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES). “O principal argumento dos bancos é que não há demanda para fazer linha de financiamento. Quando tiver uma demanda razoável, vamos trabalhar para facilitar o financiamento”, diz o secretário.

O governo trabalha também na implantação do sistema de rádio digital no país. Até o fim do ano, a equipe técnica do Ministério das Comunicações deverá ter definido qual o melhor sistema para ser utilizado no Brasil. Até agora, só o sistema europeu foi testado. O americano, que também se apresentou, não mandou os equipamentos para teste. O prazo para o envio dos equipamentos para serem avaliados termina em março.

Depois dos testes, o governo ainda tem que trabalhar para a implantação da indústria que irá fabricar os novos aparelhos de rádio que receberão o sinal digital. “A posição do ministério é que os aparelhos de rádio têm que ser produzidos no Brasil. Vamos ver quem vai oferecer a melhor proposta para trazer a tecnologia para cá”, ressalta Lins.

O secretário também informou que a intenção do governo é ter, até o final de 2013, pelo menos uma rádio comunitária funcionando em cada município brasileiro. “Isso é democratização da informação. A comunidade local tem o direito de ter uma voz, de se comunicar, de emitir a sua opinião”. O ministério já lançou avisos de habilitação de rádios comunitárias para quase todas as cidades, com exceção de seis municípios na região metropolitana de São Paulo, por inviabilidade técnica, pois na região o espectro está muito congestionado.



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Excelente a Revista SET - Ótimas informações sobre TV Digital e o GINGA

Excelente a Revista da SET (Sociedade de Engenharia e Televisão).
As reportagens da revista número 124 da SET estão  disponível online e em PDF.
Disponível no link :
http://www.set.com.br/revistadaset/index.htm
Não deixe de baixar  este exemplar.


Marco Munhoz



 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Reconhecimento Internacional - Projeto "TV Digital - Social " selecionado para receber ""Menção Honrosa de Valor para a Sociedade" pela ITU-T

O projeto "TV Digital - Social" foi selecionado para receber o titulo de  “Honorable mention Value to Society","Menção Honrosa de Valor para a Sociedade"  patrocinado pela ITU-T  "ITU (International Telecommunication Union) is the United Nations specialized agency for information and communication technologies – ICTs."
ITU (International Telecommunication Union) é a agência das Nações Unidas especializada em tecnologias de informação e comunicação - TIC.

Desenvolvido pela Dataprev a aplicação foi colocado no "ar" , em Agosto, na cidade de "São Paulo", no último evento SET 2011

Para baixar mais informações sobre a tecnologia tem um caderno de debate no link    http://portal.dataprev.gov.br/category/publicacoes/cadernos-debate/




O projeto utiliza o GINGA-NCL e  Lua, http://clube.ncl.org.br/

Foi desenvolvido para ser transmitido pelo "ar" pelas "TV's" ,  mas como foi desenvolvido com a tecnologia GINGA,  também está preparado para ser utlilizado com tecnologia IPTV, vide projeto
 



Sobre o concurso :

http://www.itu.int/en/ITU-T/challenges/Pages/iptv.aspx

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sábado, 1 de outubro de 2011

Prof Luiz Fernando Em defesa Defesa do Ginga!, nosso grande Mestre !

Parabenizo, e admiro as palavras  do Prof. Luiz Fernando.
Texto retirado na lista tvinterativa@googlegroups.com , hoje dia 01/10/2011



Carta do Professor Luiz Fernando Gomes Soares,

Cara Cecilia Tanaka, Primeiramente gostaria de me desculpar com todos, pois deveria ter explicitado as razões pelas quais eu pedi apoio ao item sobre o Ginga da Consulta Pública. O assunto está tão perto de mim que assumi que estaria também de outras pessoas. Sua mensagem, no entanto, me dá uma excelente oportunidade e agradeço.

Vou aproveitar não só para justificar o porquê apoiar, mas também para desconstruir alguns argumentos perigosamente colocados (principalmente no último item), às vezes até por quem apoia a obrigatoriedade do Ginga. Mas vamos lá, itemizando para ficar mais simples.

a) Apoiar porque Ginga cria empregos no país.

1) Em outra mensagem contabilizei que, por baixo, 13 empresas na área de software foram criadas graças ao Ginga. Empresas de pequeno e médio porte.

2) Acresce-se a elas, 54 empresas de prestação de serviço cadastradas na Comunidade Ginga do software publico.

3) Já ultrapassa o milhar os empregos de alto valor agregado criados, exigindo profissionais de nível superior. Isso só na área de software.

4) Se contarmos a área de produção de conteúdo, que desconheço com precisão, os números são ainda bem maiores.

5) As filiais das indústrias de recepção multinacionais instaladas no país estão se vendo obrigadas a deixarem de serem meramente montadoras, sendo obrigadas a criar empregos de alto nível para o desenvolvimento de produtos no país. Seus institutos, criados apenas para garantirem o incentivo fiscal, passam agora a ter importância e garantia de permanência. b) Apoiar porque Ginga é tecnologia inovadora

6) Ginga é a melhor opção tecnológica para middlewares, tanto para TV aberta quanto para IPTV e para TV em banda larga (TV Conectada). Isso é reconhecido por pesquisadores do mundo inteiro. Foi graças a isso que o Ginga-NCL se tornou a primeira contribuição brasileira que, na sua íntegra, se tornou padrão mundial. Ginga-NCL é Recomendação ITU-T para serviços IPTV e o Ginga, como um todo, é reconhecido também no ITU-R para a TV aberta. Pela primeira vez na história das TICs do país temos um padrão internacionalmente reconhecido. Vocês percebem o que isso representa?

7) Como tecnologia inovadora, Ginga gera conhecimento no país. Conhecimento que não precisa mais ser importado, economizando divisas para o país. Mais de 22 universidades do país desenvolvem hoje pesquisas sobre o Ginga; isso só na área de Ciência da Computação. Centenas de teses de doutorado e dissertações de mestrado já foram desenvolvidas sobre o Ginga. Se computarmos outras áreas além da de computação, o número é ainda bem maior.

8) O Ginga-NCL foi desenvolvido como software livre. É o único middleware no mundo desenvolvido em código aberto e sem qualquer royalty cobrado. O conhecimento é de todos e não fica fechado nas mãos de poucos aqui, ou fora do país.

9) Por ser tecnologia inovadora, Ginga foi, de fato, a grande razão para que outros países, já em número de 11, adotassem o padrão Nipo-Brasileiro (aliás, que de brasileiro só tem o Ginga-NCL). Quem quer liderar tem de ter responsabilidade nas suas proposições, e o país precisa mantê-las.

10) A Comunidade Ginga no Brasil conta com mais de 11.000 brasileiros desenvolvedores e 1.000 estrangeiros (mais de 30 países). Além dela, temos as comunidades Ginga na Argentina, Chile, Peru, Equador e Bolívia.

11) O Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital representou um dos maiores movimentos de pesquisa do país. Foram mais de 76 instituições envolvidas, mais de 1000 pesquisadores doutores. Sobre ele se criou modelos e procedimentos de financiamentos que não podem ser perdidos. Grupos de pesquisa, hoje líderes mundiais, provavelmente teriam seu fim sem o financiamento que é garantido graças ao Ginga. c) Apoiar porque Ginga propicia a inclusão social

12) No Brasil só 3% da população das classes D e E têm acesso ao Computador e à Internet. No entanto 95% tem TV. A TV digital será sem dúvida um dos principais meios complementares para a inclusão social, no que diz respeito ao “acesso à informação”.

Aqui vai a primeira meia verdade, sobre a qual devemos tomar muito cuidado: “nos últimos 4 anos dobrou o número da população das classes de baixa renda com acesso a serviços eletrônicos”.


 
Apesar de todo o esforço do governo brasileiro nos últimos 4 anos, o número dobrou, mas todo matemático mediano sabe que qualquer coisa vezes quase zero é quase zero. Se continuarmos crescendo nesse passo, que é acelerado diga-se de passagem, principalmente quando se chega aos patamares de 50%, apenas 48% da população das classes D e E teria o acesso ao computador com Internet daqui a 20 anos. Podemos esperar todo esse tempo para que essa população tenha direito a serviços de saúde, educação, governança, e porque não lazer, que as classes A e B já têm hoje?

13) A indústria de recepção argumenta que ter Ginga vai encarecer o receptor e que as classes D e E não teriam condições de adquiri-lo e só têm a perder. Alguns de nós, aqui na lista até repete esse falácia de que Ginga é caro. Vejamos: a própria Eletros (associação da indústria de recepção) estima o custo adicional de se ter o Ginga em torno de R$ 40,00. Isso hoje, o custo certamente vai cair. O custo final para o consumidor seria menos de R$ 150,00 e, certamente, irá cair. Em uma TV Conectada, o custo adicional seria praticamente 0, zero mesmo (da ordem de R$5,00 para a Oracle, pela utilização de suas bibliotecas do Ginga-J e algo para a empresa de software desenvolvedora do Ginga). É isso mesmo, o software não custa quase nada.

a) Será que a população das classes D e E não arcariam com esses 150,00 a cada 5 anos (que é a média com que trocam seus aparelhos), ou seja R$ 30,00 / ano, para ter serviços de acesso bancário, como os que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica já vem desenvolvendo (como Minha Casa Minha Vida), serviços de governo (como os de aposentadoria já feitos pelo DATAPREV), de justiça (como os desenvolvidos para o Tribunal de Justiça do Maranhão), os de saúde (como os já desenvolvidos pela PRODERJ), etc. Será que não pagariam esse valor para que seu filhos tivessem acesso a conteúdos e aplicações escolares, à serviços de educação e cultura? O que essas classes têm a perder tendo o Ginga já sabemos: R$30,00/ano e tendendo a cair. E o que elas perderiam se não tiverem?

b) Mais ainda, ao invés de questionarmos o valor, não seria o caso de brigarmos para que o governo tivesse programas para essa população, como fez a Argentina adquirindo mais de milhão de set-top box para distribuição na população de baixa renda?

c) Será que ninguém fez a conta simples que, em o fazendo, o governo estaria economizando “muito mais” na área de saúde e de atendimento ao público em geral?

d) Como cidadãos, independente de nossa posição política, não devemos apoiar essa iniciativa e essa tomada de rédeas do processo encenada pelo governo?
 
14) As TVs Conectadas (ou broadband TVs) nunca poderão suprir essas deficiências. Usam soluções proprietárias que acessam a suas lojas pagas. Atendem à população de alto poder aquisitivo. E mesmo a esses de forma precária. Ao não adotar um padrão único, obrigam produtores de conteúdos a desenvolvê-los, replicadamente, um para cada plataforma diferente, aumentando o custo final para o consumidor. E se a TV Conectada adotasse um padrão, poderiam perguntar?. Ah! aí sim, mas esse seria exatamente o Ginga e teríamos o melhor dos mundos, onde a TV Conectada, a TV Aberta e os serviços IPTV se uniriam de forma complementar, acabando com mais uma falácia de que essas tecnologias competem entre si. Não é verdade, elas se complementam, e o Ginga é a interoperabilidade.
 
15) Mas a inclusão social não é só o acesso ao conteúdo, mas também o direito ao conhecimento de como gerar esse conteúdo interativo. Mais uma vez, a solução Ginga se sobressai entre todas as outras. A linguagem NCL com sua linguagem de script Lua, ambas inovações brasileiras, foram desenvolvidas para permitir o desenvolvimento de conteúdo por não especialistas. Não exige nenhum conhecimento especializado. Para os grandes radiodifusores, quanto mais complicada for a linguagem de produção interativa talvez seja até melhor. Eles terão dinheiro para contratar quem fará a produção, os especialistas, e continuarão no controle. Uma linguagem fácil e acessível, no entanto, beneficia a todos, pois permite a muitos o direito de produção, sem necessidade de grande especialização. A solução já temos, como já disse, principalmente com a parte declarativa do Ginga.
 
16) Hoje as TV Comunitárias e vários Coletivos de Audiovisual (Pontos de Cultura Telecentros, etc.) já foram treinados e começam a produzir conteúdo interativo, na esperança de transmiti-los, ou nas TVs Públicas abertas, ou como serviço IPTV. O mesmo pode ser dito das TVs Universitárias. Vamos perder também essa conquista? Ou vamos apoiar e cobrar ainda mais pela terceira perna da inclusão social: o direito da transmissão?
 
17) Várias Escolas Técnicas já estão incluindo em seus currículos o desenvolvimento de aplicações Ginga. Algumas, exemplificadas pela IFRJ criaram até uma especialização em jogos para TV com o Ginga, em todas as fases da produção técnica e artística do conteúdo. Bem, eu poderia dar ainda mais razões para o apoio solicitado, mas creio que já me excedi na paciência de vocês.Obrigado pela oportunidade. E só mais uma coisa, nós podemos ter gerado o Ginga nos nossos laboratórios, mas pai é quem cuida, e são todos vocês.
 
Luiz Fernando
Fonte lista do gogle :  tvinterativa@googlegroups.com  
Esta lista é uma grande fonte de informação para quem quise4r ficar atualizado no assunto de TV Digital Interativa.
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Apoio à Consulta Pública sobre a Obrigatoriedade do Ginga

Como boa parte de vocês já devem estar cientes, saiu a Consulta Pública sobre a obrigatoriedade do Ginga (disponível em: http://www.mdic.gov.br/portalmdic/arquivos/dwnl_1317060321.pdf).
Infelizmente, o prazo para manifestações é curto e se encerra no dia 04/10. Esperamos que todos possam manifestar o seu apoio.
A mensagem de manifesto deve mencionar o “ apoio ao texto do item 2 da Proposta 062/11 da Consulta Pública 08, de 19 de setembro de 2011”.
É importante que a mensagem saliente a importância do Ginga para o país.
A carta de manifestação deve ser encaminhada por correspondência ao MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Sala 518, 5º andar, Brasília – DF, CEP: 70053-900, ou por  fax (61-2027-7097) ou por e-mail (cgice@mdic.gov.br).
Um parágrafo simples e objetivo é mais que suficiente para manifestar o seu apoio.
Fonte: Comunidade Ginga

Pessoal, vamos apoiar, participem da história !

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PROPOSTA 062/11: ALTERAÇÃO DA PORTARIA N.º 12, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2011, QUE ESTABELECE O PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA TELEVISOR DE TELA DE CRISTAL LÍQUIDO.

PROPOSTA 062/11: ALTERAÇÃO DA PORTARIA N.º 12,
DE 1º DE FEVEREIRO DE 2011, QUE ESTABELECE O PROCESSO
PRODUTIVO BÁSICO PARA TELEVISOR DE TELA DE
CRISTAL LÍQUIDO.
1) Alterar o § 3º do Art. 1o, conforme abaixo:
DE:
§ 3o As placas de interfaces de comunicação com tecnologia
sem fio (Wi-Fi, Bluetooth, WiMax, RF, 3D Infravermelho), destinadas
aos TELEVISORES COM TELA DE CRISTAL LÍQUIDO,
quando aplicável, deverão atender ao seguinte cronograma de montagem,
tomando-se como base a quantidade utilizada dessas placas no
ano calendário:
I - de 1o de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2011:
dispensado;
II - de 1o de janeiro a 31 de dezembro de 2012: 20% (vinte
por cento);
III - de 1o de janeiro de 2013 a 31 de dezembro de 2014:
50% (cinquenta por cento); e
IV - de 1o de janeiro de 2015 em diante: 80% (oitenta por
cento).
PARA:
§ 3o As placas de interfaces de comunicação com tecnologia
sem fio (Wi-Fi, Bluetooth, WiMax, RF, 3D Infravermelho), destinadas
aos TELEVISORES COM TELA DE CRISTAL LÍQUIDO,
quando aplicável, deverão atender ao seguinte cronograma de montagem,
tomando-se como base a quantidade utilizada dessas placas no
ano calendário:
I - de 1o de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012:
dispensado;
II - de 1o de janeiro a 31 de dezembro de 2013: 20% (vinte
por cento);
III - de 1o de janeiro de 2014 a 31 de dezembro de 2015:
50% (cinquenta por cento); e
IV - de 1o de janeiro de 2016 em diante: 80% (oitenta por
cento).
2) Incluir o art. 9o, renumerando os demais, conforme abaixo:
Art. 9o Os TELEVISORES COM TELA DE CRISTAL LÍ-
QUIDO deverão incorporar a capacidade de executar aplicações interativas
radiodifundidas, de acordo com as Normas ABNT NBR
15606-1, 15606-2, 15606-3, 15606-4 e 15606-6, obedecendo ao seguinte
cronograma, tomando-se como base a quantidade total produzida
no ano calendário:
I - até 31 de dezembro de 2011: dispensado;
II - de 1o de janeiro até 31 de dezembro de 2012: 75%
(setenta e cinco por cento) dos televisores; e
III - a partir de 1o de janeiro de 2013: todos os televisores.
§ 1o Todos os modelos de televisores que disponibilizarem
suporte a conectividade IP deverão implementar o recurso objeto
deste artigo e não poderão restringir o acesso das aplicações interativas
ao canal de comunicação.
§ 2o O recurso de que trata o caput deste artigo deverá vir
instalado, pré-configurado e habilitado de fábrica para uso, por parte
dos usuários.

Fonte :
Diario da União

Nº 181, terça-feira, 20 de setembro de 2011

Governo publica consulta pública obrigando o Ginga na TV digital

Apoio totalmente a decisão espero que o governo mantenha a decisão.

Governo publica consulta pública obrigando o Ginga na TV digital

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O mercado de fabricação de aparelhos de TV digital está em polvorosa. Os Ministérios da Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio publicaram consulta pública mudando as regras de fabricação da TV digital, obrigando a instalação do middleware nacional, o Ginga. Segundo fontes do governo, a indústra, que retardou esta medida por alguns anos, é tão contrária à ideia que começa a fazer ameaças de parar a fabricação dos televisores em Manaus, e transferi-los para São Paulo, numa clara tentativa de querer colocar a bancada parlamentar da Amazônia contra o governo, para fazer com que ele desista desta iniciativa.

Sob o argumento de que vai encarecer o produto, os fabricantes - em sua maioria estrangeiros - não querem instalar o software nacional, uma das justificativas do governo do ex-presidente Lula para adotar o padrão japonês de TV digital. Os fabricantes não falam abertamente, mas entre as razões para esta resistência está o modelo de negócios embalado com a TV conectada. Isso porque, na IPTV, são os fabricantes de aparelhos que ganham com os programas interativos e, com a interativade da TV digital aberta, esse negócio sai do aparelho de TV e vai para o radiodifusor.

Mas os radiodifusores comerciais também não se mostram muito interessados com esta interatividade, até porque têm problemas maiores, pois não estão conseguindo avançar com a TV digital, que demanda altos investimentos. Não há nenhuma emissora realmente investindo em conteúdo interativo. E o governo, por sua vez, decidiu comprar essa briga porque convenceu-se que não dá mais para ampliar o legado de aparelhos de TV sem a interatividade. Já foram vendidos mais de 20 milhões de aparelhos de TV sem o Ginga, e essa base continua crescendo. "Sem o middleware nas TVs não há estímulo à produção de conteúdo", afirma fonte do governo.

A consulta pública ficará aberta para contribuições por 15 dias e estabelece que a partir de janeiro de 2012, 75% dos televisores com tela de cristal líquido (LCD) devem vir com o middleware nacional. Segundo o documento, todos os televisores terão que trazer o softwarte embargado a partir de 2013. Além disso, a proposta mexe também com as TVs conectadas e estabele que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o middleware, e não poderão restringir o acesso de suas aplicações. Ou seja, a interantivade da TV aberta não poderá ser proibida de ser acessada pelas TVs fechadas.
Fonte : http://www.telesintese.com.br/index.php/indice-geral-plantao-em-destaque/78-plantao-em-destaque/18810-governo-publica-consulta-publica-obrigando-o-ginga-na-tv-digital

 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Operador único da TV pública digital ainda depende de decisão política

Operador único da TV pública digital ainda depende de decisão política 

A julgar pelo que foi dito durante discussão na Câmara dos Deputados, não está no horizonte próximo uma definição sobre o operador único nacional da TV pública - ou seja, o caminho para a implantação da infraestrutura de transmissão digital que interessa à TV Brasil e um grande conjunto de emissoras, dos canais legislativos e universitários até comunitários.

Em audiência da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular - título felizmente reduzido para Frentecom - representantes do Ministério das Comunicações e da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) destacaram que ainda não há perspectiva orçamentária para que a infraestrutura avance.

“Falta uma definição sobre como pagamos a implantação desse projeto”, resumiu o diretor de serviços da EBC, José Roberto Garcez. A participação do secretário executivo do Minicom, Cezar Alvarez, seguiu a mesma linha, ainda que com considerações positivas à proposta de um consórcio entre a EBC e a Telebrás.

Não resta dúvida que a disponibilidade dos R$ 2,8 bilhões previstos é um ponto essencial - ainda que se trate de recursos a serem aplicados ao longo de 20 anos. “A questão é orçamentária. Precisa de um grande investimento, os primeiros anos são deficitários, e nem a Telebrás, nem a EBC têm condições de atender”, destacou o presidente da Telebrás, Caio Bonilha.

Acontece que não existe, até agora, uma definição se o caminho a ser adotado será mesmo a combinação de forças entre as duas estatais - não é segredo que desde o início o caminho defendido pela EBC foi de uma parceria público-privada. De acordo com a empresa, nem mesmo os papéis que caberiam a cada uma estão superados.

O projeto apresentado pela Telebrás à EBC tem qualidades óbvias, como o compartilhamento de custos para um rede que pode levar tanto o sinal de televisão quanto conexões de banda larga à maior parte do país.

E se é interessante à primeira garantir uma nova fonte de receitas para a mesma rede, vale lembrar que há vantagem também para a EBC, que pode usar as fibras ópticas também como canal de retorno da TV Digital.Mas, como destacou a coordenadora da Frentecom, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), a questão orçamentária pode até receber ajuda do Congresso Nacional, desde que o governo sinalize qual o caminho a ser seguido.

“Se o governo realmente tiver interesse, podemos tratar disso em emenda a ser apresentada pela Comissão de Ciência e Tecnologia. Mas é preciso uma decisão política”, completou.

 
 


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domingo, 28 de agosto de 2011

SET 2011 - TV Digital no"ar" em Sâo Paulo na TV Brasil


Aplicação do projeto TV Digital Social funcionando plenamente durante o
 evento SET em São Paulo pela TV Brasil

TV BRASIL



 EBC - TV Brasil  e   Plataforma da  EITV

                                    

Platafoma Stick-Center ou TV Conectada da TOTVS


domingo, 21 de agosto de 2011

CONGRESSO SET 2011 - MATRIZ DA PROGRAMAÇÃO

http://ww.set.com.br

http://www.set.com.br/eventos/congresso/programacao.asp
CONGRESSO SET 2011 - matriz DA PROGRAMAÇÃO
22 / agosto / Segunda-feira
09h00 as 11h00

-
Planejamento de Canalização Digital no Brasil

Switch-off Analógico no Japão
=>português. inglês.
=>sala 2

TEREZA MONDINO
Gestão Digital de Conteúdo

Transporte de Conteúdo. Infra-estrutura IP. (nic.br, comerciais, etc.)
=>português. inglês.
=>sala 3

JOSÉ OLAIRSON
Jornalismo

Captura: Novas Soluções de Contribuições por 3G e IP.
=>português.
=>sala 4

ANTONIO BERBEL
Academico cientifico

Pesquisa e Desenvolvimento
=>Português
=>sala 5

CARLOS NAZARETH
11h30 as 13h30

-
TVD: Acessibilidade

Normas SBTVD. Dificuldades. Tendências Mundiais. Closed Caption. Audio Description.
=>português.
=> sala 2

ESDRAS MIRANDA
Gestão Digital de Conteúdo

Cloud Computing. File-Base Workflow. TI: Infra-estrutura para Broadcast.
=>português. inglês.
=>sala 3

EMERSON WEIRICH
Jornalismo

Jornalismo em HDTV: É possível? Dificuldades? Novos Tempos: Redação. Sistemas de ENG. Sistemas de Estúdios.
=>português.
=>sala 4

GERALDO MELO
Cinema Digital

Captura de Vídeo com Câmeras DSLR.
=>português.
=>sala 5

CELSO ARAÚJO
15h00 as 17h00

-
TVD: Automação

Programas na TVD: o papel da Automação. ISDB-T: Como comandar o Mux? Dificuldades? Soluções?
=> português. inglês.
=>sala 2

NIVELLE DAOU JR
Gestão de Ativos Digitais

Workflow de Mídias Digitais em Emissoras de TV, Produtoras e empresas ligadas ao Audiovisual, envolvendo Produção, Exibição e Arquivamento.
=>português. inglês.
=>sala 3

MARCIO PEREIRA
Jornalismo ao Vivo

Transmissão/ Recepção de Micro-ondas: Novos Sistemas. Uso de Tecnologias não convencionais.
=>português. inglês
=>sala 4

LUIZ GURGEL
CINEMA DIGITAL

4K: A Revolução na Resolução
=>português. inglês.
=>sala 5

CELSO ARAUJO
23/ Agosto / Terça-feira
09h00 as 11h00
Cerimônia de Abertura do SET Congresso 2011

=>português. inglês. espanhol.
=>sala 1

LILIANA NAKONECHNYJ

-

-

-

-
11h30 as 13h30
Seminário Internacional

ISDB: no Brasil e em outros países.
=>português. inglês. espanhol.
=>sala 1

OLÍMPIO FRANCO
Espectro – Escasso e Disputado

Negócio da TV Aberta. Ameaças. Possíveis defesas. Atitudes mundiais.
=>português. inglês.
=>sala 2

FERNANDO FERREIRA
Receptores e STBs Híbridos

Terrestre. IP. Satélite. Cabo. BBTV.
=>português.
=> sala 3

ENIO JACOMINO
ESPORTES

Copa 2014. Formula Indy. Tour de France
=>português.
=>sala 4

ALEX PIMENTEL
Produção: Além do HD

Novas Câmeras Digitais de 35 mmm com qualidade sem precedentes.
=>português. inglês.
=>sala 5

NELSON FARIA
15h00 as 17h00
Migrando da TV analógica para a TVD.

Panorama Regulatório.
=>português. inglês.
sala 2

IVAN MIRANDA

-
TV por Assinatura

Novas Tecnologias e Serviços. O que os operadores estão fazendo aqui e no mundo.
=>português. inglês
=>sala 3

ANTONIO JOÃO
Esportes

Olimpíadas: Produção 4K.
=>português. inglês.
=>sala 4

JOSÉ MARCELO
3DTV: A TECNOLOGIA DO MOMENTO

A importância da produção do conteúdo 3D para o sucesso desta tecnologia na televisão. O que a sociedade espera desta tecnologia? Veja relevantes estatísticas.
=>português. inglês.
=>sala 5

JOSÉ DIAS
24 / Agosto / Quarta-feira
09h00 as 11h00
OTT e TVs Conectadas

Broadcast e Broadband:harmonia ou competição? Impactos da TV não linear sobre a TV linear. Grade ou On-demand? Complementaridade ou concorrência?
=>português. inglês.
=>sala 1

RAYMUNDO BARROS
TVD: Interiorização

Antenas. Gap Fillers. Eficiência dos Sistemas de Transmissão.
=>português. inglês.
=>sala 2

JOÃO VANDOROS
Produção para Internet

=>português.
=>sala 3

PAULO KADUOKA
Áudio Multicanal

Captação 5.1, Upmix/Downmix, Mixagem 5.1 para TV
=>português.
=>sala 4

LUIZ FAUSTO
Produção: Iluminação

Iluminação com LED: já é viável para todas as aplicações? Novas tendências.
=>português.
=>sala 5

CICERO MARQUES
11h30 as 13h30
TVS Conectadas. TV Digital. Interatividade.

O que as novas tecnologias do mercado de consumo e a conectividade nas residências trazem de novo para as emissoras.
=>português.
=>sala 1

CARLOS FINI
TVD: Interiorização

A experiência das implantações. Cases.
=>português. inglês.
=>sala 2

PAULO CANNO
TVD: Sincronismo

O Sincronismo nas Redes de TV Digital SFN e MFN.
=>português. inglês.
=>sala 3

JOSÉ MARCOS FREIRE
Áudio: Loudness

Grupo SET: Estado atual dos trabalhos. Recomendações para Anatel. Normas EBU / ITU.
=>português. inglês.
=>sala 4

ALEXANDRE SANO
Pos Produção: Soluções Avançadas de Finalização.

=>português. inglês
=>sala 5

PAULO HENRIQUE
15h00 as 17h00
TVD: Suíte de testes. Ginga.

Suíte de testes. Fabricantes com Ginga: Resultados. Demais fabricantes: Por que não instalam Ginga?
=>português.
=>sala 5

RODRIGO ARAUJO
TVD: Tecnologia de Receptores Digitais

Novos Chips e Tecnologias para a recepção do ISDB-T.
=>português. inglês.
=>sala 2

GUNNAR BEDICKS
Testes e Medidas

TVD: Medidas. Loudness: Monitorações. Lip sync: Controle e Medidas. Medidas de Dolby E: file analyzers.
=>português. inglês.
=>sala 3

JOSÉ ANTÔNIO GARCIA
DISPLAYS – TECNOLOGIA & APLICAÇÔES

=>português. inglês.
=>sala 4

CLAUDIO YOUNIS
A TV após o Switch-Off

As oportunidades oferecidas para a TV Broadcast com o apagamento dos canais analógicos
=>português. inglês.
=>sala 1

FERNANDO BITTENCOURT
25 / Agosto / Quinta-feira
09h00 as 11h00
CONTEÚDOS DIGITAIS E CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS

=>português.
=>sala 3

COSETTE CASTRO
CONVIVÊNCIA SATÉLITE X WIMAX.

WIMAX na banda de 3,5 GHz: como ficarão as recepções via satélite?
=>português. inglês.
=>sala 2

VALDEREZ DONZELLI
Rádio Digital

RÁDIO DIGITAL - O Processo de Decisão de um Padrão para o Brasil
=>português. inglês.
=>sala 1

MARCO TULIO
Capacitação Profissional

Copa 2014 e Olimpíadas: Há mão-de-obra qualificada e em formação?
=>português.
=>sala 4

CRISTOVAM
INTERNET e REDES SOCIAIS

Tendências.
=>português.
=>sala 5

JACQUES VARASCHIM
11h30 as 13h30
MÍDIAS SOCIAIS

Estamos caminhando para uma TV social?
=>português.
=>sala 3

VALDECIR BECKER
TVD: SBTVD

One Seg diferenciado: Programação e Comercialização distintas. Interatividade: o que falta para decolar?
=>português.
=>sala 2

FREDERICO NOGUEIRA
Sistema de Alerta de Emergência.

=>português. inglês.
=>sala 1

RONALD BARBOSA
Satélite e Fibras Ópticas

Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos 2016 - Como as operadoras estão se preparando para vencer 2 megaeventos esportivos e ainda ter fôlego para atender todas as outras demandas nos próximos 5 anos.
=>português.
=>sala 4

CRISTOVAM
Internet

Mercado de vídeos on-line. Negócio de Broadcasting: Impactos da audiência não linear. Banda Larga Atual: suporta as demandas para vídeo?
=>português. inglês
=>sala 5

MARCELLO AZAMBUJA
15h00 as 17h00
Infra-estrutura Crítica para Radiodifusão

Os primeiros procedimentos sobre Infra-estrutura Critica no Brasil.
Avaliação, Métodos e Sistemas de Contingências em Infra-estrutura capaz de manter as transmissões da Radiodifusão em desastres naturais.
=>português.
=>sala 1

CARLOS COELHO
TVD: Estudos de interferências

Interferência de FM na recepção de TV Digital em VHF. Modelos de Propagação, ISDB-T com Banda de 8 MHz em Angola. Energia eólica. O que isso tem a ver com broadcast TV?
=>português.
=>sala 2

CRISTIANO AKAMINE
TVD: TRANSIÇÕES INTELIGENTES

=> português.
=> sala 4

EUZEBIO TRESSE
Acústica para Produção de Radio e TV.

-
Academico Cientifico

Pesquisa e Desenvolvimento.
=>português.
=>sala 5

EDUARDO BICUDO